quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Stone. Joss Stone

Chegou, cantou, encantou e ainda distribuiu flores. Só quem esteve no Coliseu de Lisboa (e provavelmente no do Porto no dia anterior) no passado dia 15 de Fevereiro é que pode saber daquilo que falo. É quase impossivel descrever o show dado pela nova diva da soul. Quando ela voltar digam presente, que vou tentar lá estar (sim, porque não consegui nas outras 4 vindas dela a Portugal). Ainda estou sem palavras.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Tenis - Parte II: O senhor quase invencivel.

Roger Federer. O super-homem dos slams de tenis. Parece que abranda só para ter luta, depois entra em velocidade cruzeiro e leva tudo à frente. É um vendaval de tenis de altissima qualidade, com pancadas de todos os tipos e feitios que mais ninguem consegue sequer aproximar. Mas como qualquer super-heroi, RF também tem o seu ponto fraco, a sua kryptonite - Rafael Nadal, que nos últimos anos tem sido a sua besta negra. Mas com ou sem Rafa, RF é o melhor da história do tenis e provavelmente um dos melhores da história do desporto, como Armstrong ou Lewis. Nós, seus contemporaneos deviamos agradecer o previlégio de o ver jogar. A ver se é desta que o vejo ao vivo. É que o Jamor é já ali ao lado...

Tenis - Parte I: O regresso das Belgas.

À primeira vista até parece alusivo à comemoração dos 25 anos das famosas bolachas ou de um filme de guerra. Não, são mesmo as tenistas Kim Clijters e Justine Henin, que recentemente e para bem do desporto voltaram a competição e com sucesso (como seria esperado). Felizmente o circuito feminino voltou a ter emoção. É um previlégio ver a garra com que joga a Kim e a técnica soberba da Justine. Serena Williams não será mais a "única" favorita em qualquer torneio. Para bem do tenis.

domingo, 24 de janeiro de 2010

A verdadeira Diva!

Há músicas que nos enchem a alma. Pela letra, pela música, pelo interprete ou "simplesmente" pelo todo. Muitas vezes nem tento perceber o verdadeiro significado dela, mas o simples facto de as ouvir deixam-me bem. Recentemente I Gotta Feeling dos Black Eyed Peas, Viva la Vida dos Coldplay e Halo da Beyoncé têm esse efeito. Ouço uma, duas, três vezes seguidas e não me farto. É na radio, é no carro, é no mp3 enquanto corro. Angels do Robbie Williams e Spoiled da Joss Stone (mais recentemente Tell Me What We're Gonna Do Now) também fazem parte do top. Mas a idade tem um efeito estranho nas pessoas e a mim foi-me alterando o gosto musical. Nunca pensei vir a comprar cd´s do Jorge Palma (Frágil, Deixa-me rir, Dá-me lume e Encosta-te a mim) e do Sérgio Godinho (Espectáculo, Com um brilhozinho nos olhos, O primeiro dia) - os poemas das músicas de ambos são incríveis, ou do Bob Marley, Diana Krall, Frank Sinatra ou mesmo Mariza. Tantos e tão diferentes. Tudo isto porque recentemente Whitney Houston voltou a cantar e ... até doi ouvir. A verdadeira Diva, que durante tantos anos encantou, perdeu-se na vida e estragou o dom que lhe tinha sido dado. Depois de ver e ouvir o seu novo single Million Dollar Bill lembrei-me desta nova geração de cantoras. Cada vez menos voz e menos roupa. Deve ser da crise. Claro que para avivar a memória e relembrar os seus tempos de ouro fui comprar um cd. Encontrei um greatest hits a um preço convidativo e fiquei maravilhado. I Will Always Love You, One Moment in Time e Saving All My love For You são expoentes máximos da Diva, mas nada como The Greatest Love of All, cuja letra é mais do que inspiradora, é mesmo um lema de vida. A memorizar, cumprir e nunca esquecer.
[...I decided long ago, never to walk in anyone's shadow/If i fail if i succeed at least/I'll live as i believe/No matter what they take from me/They can´t take away my dignity.../Because the greatest, love of all, is happening to me/I've found the greatest love of all inside of me/The greatest love of all, is easy to achieve/ Learning to love yourself, it is the greatest love of all...]

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

O regresso

Este fim-de-semana voltei a Moura (formação de juízes/árbitros do D.E,). Moura - palavra proibida, tráz-me sempre uma sensação de azia. Sensação? Não, traz-me sempre azia, como qualquer derrota. Não é mau perder, porque nem coloco em causa as vitórias deles. Não gosto e pronto. Mas algumas vezes ficou um amargo de boca. O quase ou a pseudo vitória moral dos mais fracos. Já lá vão 4 derrotas em finais de regionais (do alentejo) de voleibol do desporto escolar (2005, 2007, 2008 e 2009), em três desses anos a única da época. Não é facil inverter esta tendência, já que ganhar a uma equipa com base formação de base e muitos anos de experiência com uma equipa com 6/7 meses de voleibol não é tarefa facil, mas a esperança é a ultima a morrer. Este fim-de-semana trouxe-me recordações agri-doces. Também foi bom recordar que foi em 2005 que se iniciou a "familia do voleibol" da D.Sancho II (seria impossivel não relembrar o trio maravilha de juvenis - #7 Ricardo Cabaceira, #9 Miguel Barrote e #10 Ricardo Jesus) e cujos sucessos se sucedem ao longo dos anos. Mais do que as vitórias em campo (mesmo as morais), é importante o grupo que se formou (apesar de renovado todos os anos - trabalhar numa escola só secundária tem destes problemas), o bichinho do voleibol que foi implantado e que perdura mesmo quando a vida académica já é uma realidade. O treino de sexta-feira é e será histórico, um momento único e intemporal. E são estas pequenas (grandes) vitórias que dão motivação para o dia-a-dia. Quanto ao regresso a Moura, nada que umas pastilhas rennie não resolvam.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

2010

Este novo ano não começou bem. Chuva, chuva e mais chuva. Para quem é adepto do "sol na moleirinha" isto já é um pouco demais. Não que a chuva não faça falta, mas tanta e sem interrupção. Ó S.Pedro e um raiozito de sol de vez em quando para animar a malta, não??? É que este tempo provoca depressão nas pessoas. Mas parece-me que cada um vai ter de dar largas à imaginação e arranjar o seu próprio sol para matar as saudades (acreditem que resulta). É que já nem peço calor, bastava uns daqueles dias de sol e frio, com camadas de roupa tipo boneco da michelin, mas de oculos de sol. Isso é que era. Tirando este PEQUENO pormenor, 2010 nem começou mal. Uma passagem de ano soft e logo no dia 2 o 2º jantar dos cardeais que apesar de algumas ausencias, foi um bocadinho violento. É a vida. Um 2010 em grande para todos e COM MUITO SOL a iluminar e aquecer a vida!!!! Ah, e o Salvador foi de patins, oh que chato :)

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

A Entrada.

Setembro de 95. Faz por estes dias 14 anos que entrei para essa grande instituição de seu nome FMH. Uma noticia feliz. Ao contrario dos dias de hoje, não havia internet e os telemóveis eram muito raros. Tive de ir à reitoria a Lisboa, ver as listas e confirmar "in loco" a minha entrada na vida académica. Voltei a casa, peguei no telefone e dei a novidade a todos aqueles que achava importante saberem as boas novas: familia e amigos. Foi um sem número de chamadas.
Hoje tudo é mais fácil. Na sexta à noite tudo se soube pela internet. Bastava para isso o número de BI ou o nome completo. Com os telemóveis é mais facil avisar quem realmente é importante. Basta um sms, mesmo sendo igual para todos, a dar as boas noticias. Sempre pensei receber bastantes. Enganei-me. Foi apenas um sms e uma chamada a dar a novidade de dois novos caloiros. Três pessoas que se lembraram de alguem que apesar de pequena também têm uma cota parte nesse sucesso. Com alguns foram três anos de convivio, de partilha de alegrias, tristezas e conhecimentos (em alguns casos de preparação de pré-requisitos), enfim o possivel para que esse dia fosse o sonhado. Fica um amargo de boca, parece que a amizade e a cumplicidade passam ao fim de algumas semanas. A vida é feita de ciclos e pelos vistos este terminou, mas um pouco mais cedo do que o que eu estava à espera.
Parabéns aos novos caloiros, que apesar de tudo me deixam orgulhoso. Em especial os que não se esqueceram: o Luis, o Tony e o Zé Maria.