Quando alguem nos diz que somos umas das suas referencias, tudo abana um bocado e dá muito que pensar. Passamos a ser super-herois? Mais importantes? Mudamos a nossa maneira de ser e de actuar? Não me parece. Se o fizermos provavelmente deixamos de ser a referencia, pois deixamos de ser nós próprios e "acabamos" com as caracteristicas que nos levaram a ser "eleitos" como tal. Aumenta a responsabilidade? Isso sim, para que não se desiluda quem nos vê como tal. E sabe tão bem a sensação de dever cumprido. "O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis." Dai registar o importante, antes que a memória o apague...
terça-feira, 17 de agosto de 2010
As referencias
Quando alguem nos diz que somos umas das suas referencias, tudo abana um bocado e dá muito que pensar. Passamos a ser super-herois? Mais importantes? Mudamos a nossa maneira de ser e de actuar? Não me parece. Se o fizermos provavelmente deixamos de ser a referencia, pois deixamos de ser nós próprios e "acabamos" com as caracteristicas que nos levaram a ser "eleitos" como tal. Aumenta a responsabilidade? Isso sim, para que não se desiluda quem nos vê como tal. E sabe tão bem a sensação de dever cumprido. quarta-feira, 7 de abril de 2010
Sol!!!
O que uns raios de sol fazem na vida uma pessoa. Humor e boa disposição são às toneladas, recarregam-se as baterias e ficamos com energia para tudo. Andamos todos com um ar muito mais feliz. E o por-do-sol... Como costumo dizer na brincadeira, eu noutra encarnação vivi num país tropical e disso não tenho grandes duvidas. Eu voto em sol e calor o ano todo. Em t-shirt´s, calções e havaianas como "equipamento" oficial. E tenho dito. ps: já não falta muito para as aguardadas (e merecidas) férias de verão.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Stone. Joss Stone
Chegou, cantou, encantou e ainda distribuiu flores. Só quem esteve no Coliseu de Lisboa (e provavelmente no do Porto no dia anterior) no passado dia 15 de Fevereiro é que pode saber daquilo que falo. É quase impossivel descrever o show dado pela nova diva da soul. Quando ela voltar digam presente, que vou tentar lá estar (sim, porque não consegui nas outras 4 vindas dela a Portugal). Ainda estou sem palavras.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Tenis - Parte II: O senhor quase invencivel.
Roger Federer. O super-homem dos slams de tenis. Parece que abranda só para ter luta, depois entra em velocidade cruzeiro e leva tudo à frente. É um vendaval de tenis de altissima qualidade, com pancadas de todos os tipos e feitios que mais ninguem consegue sequer aproximar. Mas como qualquer super-heroi, RF também tem o seu ponto fraco, a sua kryptonite - Rafael Nadal, que nos últimos anos tem sido a sua besta negra. Mas com ou sem Rafa, RF é o melhor da história do tenis e provavelmente um dos melhores da história do desporto, como Armstrong ou Lewis. Nós, seus contemporaneos deviamos agradecer o previlégio de o ver jogar. A ver se é desta que o vejo ao vivo. É que o Jamor é já ali ao lado...
Tenis - Parte I: O regresso das Belgas.
À primeira vista até parece alusivo à comemoração dos 25 anos das famosas bolachas ou de um filme de guerra. Não, são mesmo as tenistas Kim Clijters e Justine Henin, que recentemente e para bem do desporto voltaram a competição e com sucesso (como seria esperado). Felizmente o circuito feminino voltou a ter emoção. É um previlégio ver a garra com que joga a Kim e a técnica soberba da Justine. Serena Williams não será mais a "única" favorita em qualquer torneio. Para bem do tenis.
domingo, 24 de janeiro de 2010
A verdadeira Diva!
Há músicas que nos enchem a alma. Pela letra, pela música, pelo interprete ou "simplesmente" pelo todo. Muitas vezes nem tento perceber o verdadeiro significado dela, mas o simples facto de as ouvir deixam-me bem. Recentemente I Gotta Feeling dos Black Eyed Peas, Viva la Vida dos Coldplay e Halo da Beyoncé têm esse efeito. Ouço uma, duas, três vezes seguidas e não me farto. É na radio, é no carro, é no mp3 enquanto corro. Angels do Robbie Williams e Spoiled da Joss Stone (mais recentemente Tell Me What We're Gonna Do Now) também fazem parte do top. Mas a idade tem um efeito estranho nas pessoas e a mim foi-me alterando o gosto musical. Nunca pensei vir a comprar cd´s do Jorge Palma (Frágil, Deixa-me rir, Dá-me lume e Encosta-te a mim) e do Sérgio Godinho (Espectáculo, Com um brilhozinho nos olhos, O primeiro dia) - os poemas das músicas de ambos são incríveis, ou do Bob Marley, Diana Krall, Frank Sinatra ou mesmo Mariza. Tantos e tão diferentes. Tudo isto porque recentemente Whitney Houston voltou a cantar e ... até doi ouvir. A verdadeira Diva, que durante tantos anos encantou, perdeu-se na vida e estragou o dom que lhe tinha sido dado. Depois de ver e ouvir o seu novo single Million Dollar Bill lembrei-me desta nova geração de cantoras. Cada vez menos voz e menos roupa. Deve ser da crise. Claro que para avivar a memória e relembrar os seus tempos de ouro fui comprar um cd. Encontrei um greatest hits a um preço convidativo e fiquei maravilhado. I Will Always Love You, One Moment in Time e Saving All My love For You são expoentes máximos da Diva, mas nada como The Greatest Love of All, cuja letra é mais do que inspiradora, é mesmo um lema de vida. A memorizar, cumprir e nunca esquecer.
[...I decided long ago, never to walk in anyone's shadow/If i fail if i succeed at least/I'll live as i believe/No matter what they take from me/They can´t take away my dignity.../Because the greatest, love of all, is happening to me/I've found the greatest love of all inside of me/The greatest love of all, is easy to achieve/
Learning to love yourself, it is the greatest love of all...]
Learning to love yourself, it is the greatest love of all...]segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
O regresso
Este fim-de-semana voltei a Moura (formação de juízes/árbitros do D.E,). Moura - palavra proibida, tráz-me sempre uma sensação de azia. Sensação? Não, traz-me sempre azia, como qualquer derrota. Não é mau perder, porque nem coloco em causa as vitórias deles. Não gosto e pronto. Mas algumas vezes ficou um amargo de boca. O quase ou a pseudo vitória moral dos mais fracos. Já lá vão 4 derrotas em finais de regionais (do alentejo) de voleibol do desporto escolar (2005, 2007, 2008 e 2009), em três desses anos a única da época. Não é facil inverter esta tendência, já que ganhar a uma equipa com base formação de base e muitos anos de experiência com uma equipa com 6/7 meses de voleibol não é tarefa facil, mas a esperança é a ultima a morrer. Este fim-de-semana trouxe-me recordações agri-doces. Também foi bom recordar que foi em 2005 que se iniciou a "familia do voleibol" da D.Sancho II (seria impossivel não relembrar o trio maravilha de juvenis - #7 Ricardo Cabaceira, #9 Miguel Barrote e #10 Ricardo Jesus) e cujos sucessos se sucedem ao longo dos anos. Mais do que as vitórias em campo (mesmo as morais), é importante o grupo que se formou (apesar de renovado todos os anos - trabalhar numa escola só secundária tem destes problemas), o bichinho do voleibol que foi implantado e que perdura mesmo quando a vida académica já é uma realidade. O treino de sexta-feira é e será histórico, um momento único e intemporal. E são estas pequenas (grandes) vitórias que dão motivação para o dia-a-dia. Quanto ao regresso a Moura, nada que umas pastilhas rennie não resolvam.
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